Chuva, vinho e foder devagar em Díli
Chovia sobre Díli. Abrimos uma garrafa, pusemos música baixa e esquecemo-nos do relógio. Ele despiu-me botão a botão, deitou-me e beijou-me do pescoço até ao interior das coxas. Quando entrou em mim fizemo-lo muito devagar, quase sem falar, só olhares. Abraçou-me quando eu vim e continuou a mexer-se até acabar ele, a tremer. Adormecemos ainda entrelaçados, com a chuva de fundo. Nem todo o sexo tem de ser selvagem: às vezes a paixão é exactamente essa calma. De manhã o café sabia melhor e a cidade continuava molhada.
Ainda não há comentários — sê o primeiro.